Equipes de competição de vôlei se apresentam nesta segunda

Atletas e familiares participam do evento a partir das 19h30

As equipes de competição do Vôlei Ceat/Lajeado retomam as suas atividades na próxima segunda-feira, dia 27 de fevereiro, às 19h30 na sala de música do CEAT. Neste encontro, destinado para as atletas e seus pais das categorias MIRIM (00/99) E INFANTIL (98/97), serão apresentados horários de treinamentos, calendário prévio de competições e estrutura geral do projeto.

De acordo com o professor Farelinho, responsável pelas equipes do vôlei da escola, este encontro é de extrema importância, pois será através dele que os pais das alunas terão um conhecimento pleno de como funciona o projeto, bem como o calendário de competições.
“Contamos com a prsença de todas as alunas, mas salientamos da importância da participação dos pais para esclarecimento de eventuais dúvidas”, comenta Farelinho.

As equipes do CEAT/Lajeado terão em 2012 um calendário extenso, com muitos jogos e diversas participações nas mais diversas competições regionais, estaduais e nacionais.

O Projeto Vôlei Ceat/Lajeado conta com o apoio da Fruki, Lojas Wessel, Docile, Ceat, Restaurante Guth, Show dos Esportes, Lenz Bergesch, Prefeitura Municipal de Lajeado, Togni Advogados e Clube Esportivo Sete de Setembro.

Brasil já importa até livro didático

Custo de produção local leva o País a ampliar compras de países como China e Índia, com prejuízos para o emprego no setor gráfico

Custo de produção local leva o País a ampliar compras de países como China e Índia, com prejuízos para o emprego no setor gráfico

O avanço das importações chegou ao mercado de livros didáticos. Nos bancos escolares, os estudantes brasileiros estão estudando em livros impressos na China, Índia, Coreia, Colômbia e Chile.

Em 2011, editoras que fornecem material para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), do governo federal, ampliaram em quase 70% as encomendas no exterior, estimam empresários da indústria gráfica. Os motivos são o câmbio e o custo Brasil.

Principal cliente para as gráficas do segmento editorial, o governo responde por 24,4% das compras de livros no País, que somam cerca de R$ 4,5 bilhões. No ano passado, o governo fez uma compra recorde de 170 milhões de livros didáticos para o ano letivo de 2012.

Segundo Fabio Arruda Mortara, presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), as editoras foram às compras no exterior, com base no argumento de que as gráficas editoriais brasileiras não teriam condições de entregar todas as encomendas dentro dos prazos estabelecidos nos editais.

A consequência disso foi que boa parte das gráficas trabalhou com alguma ociosidade a partir do segundo semestre de 2011, período em que elas costumam rodar livros didáticos. Em dezembro, representantes dos empresários e dos trabalhadores foram ao Ministério da Educação expor a preocupação com o crescimento nas importações.

“Já estamos perdendo empregos”, diz o presidente da Abigraf. A indústria gráfica investiu US$ 5 bilhões no Brasil nos últimos quatro anos. Um empresário paulista, que pediu para não ser identificado, conta que demitiu 300 empregados nos últimos dois meses, o equivalente a 25% no quadro de pessoal. Além disso, engavetou um projeto de investimento US$ 20 milhões previsto para este ano. “Eu estava comprando uma máquina de 64 páginas e agora não tenho mais condições”, diz o empresário.

O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), José Carlos Wanderley Dias de Freitas, que participou de uma das reuniões com empresários e trabalhadores do setor, disse ao Estado que o órgão não tem informações diretas sobre aumento nas importações de livros didáticos.

Custo. “A relação de contrato do CNDL é com as editoras e a impressão do livro didático não é uma questão nossa”, argumentou Freitas. “Se a editora vai fazer a impressão no Brasil, na China, na Europa ou na América do Sul, é um problema dela.”

O avanço das importações não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posição aduaneira específica para o livro didático. Mas a indústria gráfica tem algumas sinalizações sobre o tamanho da encrenca. Uma delas é que, até 2010, as importações de livros medidas em dólares e em toneladas caminhavam praticamente juntas. No ano passado, porém, a quantidade de títulos do exterior saltou 62%, para 31,1 mil toneladas, enquanto o crescimento em valor foi de apenas 27%, para R$ 175,8 milhões.

Na avaliação dos empresários do setor gráfico editorial, o descolamento se deve a um forte aumento na compra de livros didáticos, que custam bem menos que a grande maioria dos livros importados pelo País.

A presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Karine Pansa, prefere não tomar partido no debate. Ela fez questão de ressaltar que a entidade defende os valores éticos do mercado, mas não interfere nas questões comerciais das editoras.

“Gostaríamos que houvesse menos importações em todos os segmentos, não só o livreiro, para o bem do desenvolvimento do Brasil”. E acrescenta: “Sabemos que os editores estão buscando a possibilidade de impressão em outros países porque o custo Brasil é prejudicial nesse momento à produção nacional”.

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Fonte: gazetaweb.com

Aprenda a montar uma “Lancheira Saudável”

Aprenda a montar uma "Lancheira Saudável"

Aprenda a montar uma "Lancheira Saudável"

As aulas já começaram para alguns, e as preocupações com material escolar e uniforme já terminaram. Porém há um cuidado que os pais devem ter o ano todo: a alimentação. Afinal, as crianças passam grande parte do dia na escola, onde aprendem, brincam e alimentam-se.

A pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2009, realizada pelo Instituto de Geografia e Estatísticas (IBGE) mostrou dados importantes sobre o consumo alimentar dos alunos de todo o Brasil. Segundo a síntese nas escolas de Curitiba o consumo de guloseimas (alimento não saudável) foi de 54,6%, número maior que muitas capitais do país e perdendo apenas para São Paulo, Goiânia e Belo Horizonte.

E que as crianças preferem esses alimentos não há dúvida. A constatação do IBGE no total de todas as cidades é que a ingestão de batata frita, em cinco dias ou mais na semana anterior à pesquisa, foi de 4,7%, já os salgados fritos 12,5%, enquanto os refrigerantes 37,2%. A pesquisa revela também, que na capital paranaense o consumo de guloseimas (54,6%) superou o consumo de frutas frescas (32%), assim como o de refrigerante (36,9%).

Por isso, a nutricionista Lianara C. Panizzon, do Centro Dermatológico Pele e Cia, explica como deve ser a alimentação das crianças no período em que estão na escola.

“O ideal é montar uma lancheira com alimentos saudáveis, porém se a criança for se alimentar na cantina da escola, deve ser orientada para que escolha sempre as opções assadas e um suco de fruta, evitando assim as frituras e os refrigerantes”, explica a especilista.

Embora pareça simples, elaborar um lanche não é tarefa fácil. A lancheira deve conter alimentos variados, saborosos e nutritivos. Por isso, na hora de montá-la, respeite as preferências da criança, sem esquecer os aspectos nutricionais e da qualidade do alimento.

Para ensinar seu filho a ter uma alimentação saudável é fácil, basta seguir as dicas da nutricionista:

  • Faça a criança participar da montagem da lancheira e mostre a ela o que é saudável. Dessa forma ela saberá acertar o que comprar quando tiver esquecido o lanche em casa;
  • Varie o cardápio com criatividade;
  • Aposte nas frutas que não soltam odor (como a goiaba) e que sejam fácil de serem manipuladas (ex: banana, maçã, pêra, pêssego);
  • Cuide para a aparência do lanche ficar agradável;
  • Embale bem os alimentos ou coloque em um potinho de plástico com tampas de personagens que a criança goste;
  •  Atente-se a qualidade de cada alimento oferecido;
  • Evite bolachas recheadas, salgadinhos de pacote, doces, chocolates e refrigerantes;
  • Experimente mandar frutas secas e oleaginosas, como as castanhas. Elas são saborosas, práticas e não exigem refrigeração. Cuide com a quantidade oferecida para a criança;
  • Faça bolos simples (sem cobertura e sem recheio) como opção de lanche;
  • Tortas salgadas com presunto e queijo, tomate e orégano, também é uma boa opção. O orégano lembra o sabor da pizza, e as crianças adoram;
  • Oriente a criança, quando for se alimentar na cantina da escola, a escolher sempre as opções assadas e um suco de fruta, evitando assim as frituras e os refrigerantes;
  • Higienize a lancheira diariamente.

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Fonte: pelecia.com.br

Semana de Sorteios nas Lojas Wessel! Será que você é um dos ganhadores?

Nesta semana foram realizados os sorteios das promoções que se encerraram. Os prêmios sorteados foram 11 Secadores de Cabelo Cadence, 1 Televisor 14 Polegadas Philco e 1 Joystick Vibration Maxprint.

Televisor 14 Polegadas Philco

Televisor 14 Polegadas Philco

Secador de Cabelo Cadence

Secador de Cabelo Cadence

Para concorrer aos secadores de cabelo e ao televisor, na compra de 1 Caixa de Lápis de Cor com 12 Cores Winner o cliente recebia 1 cautela e na compra de 1 Caixa de Lápis de Cor com 24 Cores Winner dava direito a 2 cautelas.

Confira abaixo os ganhadores:

Televisor 14 Polegadas Philco

Fabiane Z. Hemsing

Secadores de Cabelo Cadence

Luana Klein dos Santos

Cláudia Ely

João Mateus Mattos

Cristine de Q. Fernandes

Fabiane Alves da Silva

Paulo R. Ribeiro

Vitória F. Bayer

Gilsara Joner

Nivia Medeiros

Valdeci de Queiroz

Marcos Guterres Leudziski

Joystick Vibration Maxprint

Joystick Vibration Maxprint

Outro sorteio realizado foi o de 1 Joystick Vibration Maxprint. Na compra de 1 Caixa de Papel A4 com 5.000 folhas dava direito a 1 cautela. Foram 100 cautelas distribuídas. Confira abaixo o ganhador:

Organiza Contabilidade

Parabéns aos ganhadores e lembrando que está em andamento mais uma promoção na compra de Papel A4. Serão novamente 100 cautelas distribuídas e na compra de cada Caixa de Papel A4 com 5.000 folhas você recebe uma cautela. Quanto mais caixas você comprar, mais chances você tem. O prêmio desta vez será um Mouse Ótico sem Fio Maxprint. Aproveite e participe!

Mouse Ótico sem Fio Maxprint

Mouse Ótico sem Fio Maxprint

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Gasto com material escolar poderá ser deduzido do Imposto de Renda

Mendonça Filho propõe dedução de até R$ 772 em 2012.

Mendonça Filho propõe dedução de até R$ 772 em 2012.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2988/11, do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), que autoriza o contribuinte pessoa física a deduzir da base de cálculo do Imposto de Renda (IRPF) o valor gasto com a compra de material escolar para uso próprio ou de dependentes.

De acordo com o projeto, poderá ser deduzido com material escolar até 25% do limite anual de dedução das despesas com educação. No ano-calendário de 2012, esse percentual corresponderia a R$ 772,84, já que o limite anual de dedução para despesas com educação é de R$ 3.091,35.

Segundo a proposta, o Poder Executivo editará regulamento para definir as condições para a dedução, como o tipo e a quantidade por item de material escolar. Mendonça Filho afirma que essa regulamentação evitará abusos por parte do contribuinte.

Tramitação


O projeto tramita em conjunto com o PL 6552/06, que tem caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Fonte: Câmara dos Deputados

Calçados para o início das aulas

O começo do ano letivo já se iniciou. Juntamente com a compra do material escolar estão incluídos o uniforme e o calçado novo. A rotina diária das aulas exige que tanto a roupa quanto o calçado sejam leves, confortáveis e anatômicos.

Segundo a consultora de moda da Rede Omar Calçados, Andrea Holzkamp, calçados confortáveis não é uma indicação que serve exclusivamente para as crianças, “em todas as etapas da vida o calçado deve atender as necessidades dos pés”. Ainda segundo a profissional atualmente moda e saúde andam juntas, “muitas marcas já investem em conforto e beleza”.

Como as crianças realizam atividades físicas com mais intensidade, tanto na educação física quanto durante as horas de intervalo, calçados leves e bem presos aos pés são recomendados, “os pais se enganam muito achando que os calçados coloridos ou ricos em detalhes são desconfortáveis e podem prejudicar a ortopedia da criança. A maioria deles atualmente são pensados para atender o bem estar dos pequenos. O desconforto é muitas vezes resultado da compra errada”, revela Andrea.

Para crianças de até 12 anos os calçados devem ser maleáveis na largura e comprimento, como também manter a base do pé estável, além de antiderrapante.

As mesmas indicações podem ser utilizadas para as demais idades. Sapatilhas e sandálias são muito procuradas durante épocas quentes tanto por meninas quanto por meninos, “as meninas adoram sapatilhas com detalhes e os meninos as sandálias com personagens infantis da moda. Já que são calçados de solado baixo não há problema em usá-los desde que tenham aderência aos pés”, finaliza Andrea.

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Fonte: SEGS

Como deve ser o primeiro dia de aula da criança

Lembre-se: a criança é como uma esponja, pois absorve tudo o que os pais estão sentindo

Lembre-se: a criança é como uma esponja, pois absorve tudo o que os pais estão sentindo

O primeiro dia de aula na escola pode causar ansiedade, tanto para as crianças quanto para os pais. Aprenda a viver essa fase sem estresse

O primeiro dia de aula pode ser sinônimo de muita ansiedade, tanto para as crianças quanto para os pais. Afinal, a data marca o início da independência do pequeno, algo encarado com um misto de ansiedade e culpa por muitos pais. Foi o que mostrou uma pesquisa realizada em Curitiba, no Paraná.

O trabalho revelou que 22% das mulheres de nível socieconômico privilegiado se sentem culpadas por deixar seus pequenos na escola. Entre as de baixa renda, esse índice é de apenas 3%. “No primeiro caso as mães procuram realização pessoal”, explica a psicóloga Lidia Weber, autora do trabalho. “Elas acham que dão mais importância à carreira em detrimento dos filhos”, completa a professora da Universidade Federal do Paraná. “Já as do segundo grupo trabalham por necessidade. Se pudessem parar, ficariam em casa.”

Os especialistas garantem: é normal os pais vivenciarem esse tipo de sentimento. “Eles apenas devem se controlar para não contaminar o filho. A criança é como uma esponja: absorve tudo”, diz a psicóloga. Esse cuidado é importante, porque ir à escola desde muito cedo só faz bem, atestam diversos estudos. “Essa é a fase da vida de maior desenvolvimento cognitivo e emocional”, diz Fernanda Nedopetalski, coordenadora pedagógica, de São Paulo. “No colégio as crianças têm estímulos o tempo todo.”

É claro que os pequenos também podem estranhar a nova realidade, o que não deixa de revelar certas carências. Por exemplo: o moleque que faz escândalo durante a despedida no portão da escola é classificado pelos psicólogos como ansioso e precisa reafirmar o companheirismo dos pais. Segundo padrões internacionais, 19% dos meninos e das meninas se encaixariam nessa definição. Por outro lado, 21% da garotada seria do tipo apático, ou seja, não demonstra interesse pela aula nem mostra felicidade no horário de saída, quando pode ir para casa. Aí a solução é dar mais e mais carinho. Aliás, a escola é de grande valia nas duas situações. “O importante é ir aos poucos no processo de adaptação. Um dos pais deve permanecer na escola até a criança ficar à vontade”, opina Silvana Leporace, que trabalha com orientação educacional.

Veja outras dicas para que seu filho tenha um início de vida escolar tranquilo:

Visite a escola antes do começo das aulas

Assim você se sente seguro quanto às instalações e seu filho logo se ambienta.

Nada de chororô

Em vez disso, diga frases como: “Agora você vai fazer um monte de coisas legais, depois a gente vem buscá-lo”.

Fique atento nos sinais

Se a criança sempre alega dores bem na hora de ir à escola, se chora ou demonstra ansiedade antes de toda aula, investigue os motivos em parceria com o colégio.

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Fonte: Saúde/Abril

Mochila pesada faz mal à coluna das crianças

Cuidados com a mochila no volta às aulas

Cuidados com a mochila no volta às aulas

Mochilas muito pesadas ou carregadas de maneira incorreta podem provocar sérios problemas de coluna nos estudantes. O excesso de peso dificilmente provocará alguma dor imediata na criança ou adolescente, mas com o passar dos anos aqueles que abusarem poderão apresentar comprometimento das articulações e da musculatura da coluna, favorecendo a lordose, aumento anormal da curvatura lombar, e a escoliose, desvio lateral da coluna.

De acordo com o ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, Agnaldo de Oliveira Junior, crianças e adolescentes não devem carregar mais que 10% do seu peso corporal.

Dados da Organização Mundial de Saúde revelam que 85% das pessoas têm, tiveram ou terão um dia dores nas costas provocadas por problemas de coluna.

Alguns cuidados durante a infância podem evitar boa parte destes problemas. De acordo com Oliveira Júnior, a maneira mais adequada de carregar a mochila é nos dois ombros, no meio das costas e não muito baixa. O ideal é deixá-la próxima a cintura.

Mochilas de rodinhas podem ser uma boa alternativa para o problema de sobrepeso, mas também devem ser utilizadas de maneira correta. “Puxar a mochila somente com um braço pode forçar o ombro e torcer o corpo. O indicado é alternar os lados utilizados para conduzi-la ou levá-la na frente do corpo”, afirma o especialista.

De acordo com ele, além desses cuidados, deve-se investir desde cedo em atividades físicas e esportes. “Eles ajudam as crianças a manter a postura correta e evitam problemas na coluna, joelhos e quadris que sofrem com o excesso de peso das mochilas”, diz. Sessões de fisioterapia e RPG auxiliam na melhoria da musculatura e na correção da postura dos estudantes. “É muito importante que os pais fiquem atentos a reclamações de dores nas costas e desvio da coluna para que a criança receba orientação de um especialista”, conclui.

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Fonte: Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

Material escolar: como economizar na compra

Evite desperdício: compre apenas os itens que o seu filho precisa

Evite desperdício: compre apenas os itens que o seu filho precisa

Confira algumas dicas para você economizar na compra de material escolar dos filhos

A jornalista Mara Luquet ensina 7 lições para você respirar mais aliviada quando chegar aquela listona de compras para a volta às aulas. Confira:

1. Discuta cada item da lista com os professores

Não se trata de querer economizar na formação de seu filho, mas de entender por que ele precisa de clipes, grampeador e papel ofício A3 e A4, além de um monte de envelopes brancos e pardos. Afinal de contas, o garoto vai estudar numa escola ou trabalhar em um escritório?

2. Pergunte quando cada coisa será utilizada

O material tem de ser entregue todo de uma vez? Se existir a possibilidade de ir comprando o conteúdo da lista conforme a necessidade, você evita desembolsar essa grana em um único mês. E também diminui o risco de desperdícios ao longo do ano.

3. Pesquise os preços antes de colocar a mão no bolso

Jamais saia de casa sem ter, pelo menos, uma ideia de valores.

4. Planeje os gastos cuidadosamente

Crie uma tabela para inserir os preços de cada uma das lojas consultadas. Com o documento concluído, avalie quanto você pode gastar sem provocar um rombo no orçamento familiar.

5. Organize compras coletivas

Sugira que outros pais de alunos se juntem nesse desafio. As chances de pagar menos levando grandes quantidades são enormes e, de quebra, você ainda fica conhecendo um pouco mais do círculo de amigos com quem seu filho conviverá.

6. Fuja dos cheques pré-datados

Se não der para pagar à vista, opte pelo parcelamento sem juros no cartão de crédito. Emitir pré-datados é o primeiro passo para perder o controle de suas finanças. Eles só funcionam com pessoas extremamente organizadas.

7. Aproveite itens usados

Compasso, esquadro e até cadernos podem durar vários anos, passando de uma criança para outra. Para que isso ocorra, ensine seu filho a cuidar do material escolar com carinho. E, se ele já é crescido, doe o material que está juntando pó dentro do armário a uma instituição de caridade.

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Fonte: ANAMARIA

Qual é o peso ideal para a mochila das crianças?

Ensine o seu filho a colocar as duas alças nos ombros para evitar dores nas costas

Ensine o seu filho a colocar as duas alças nos ombros para evitar dores nas costas

Na volta às aulas, não deixe seu filho carregar peso em excesso na mochila

Lembra da listona de material escolar que você teve de comprar dias atrás? Chegou a hora de colocar aquilo tudo dentro de uma mochila e mandar o filho para a escola, mesmo sentindo pena do peso que ele carrega.

Para evitar que a molecada tenha problemas na coluna, veja com os professores se todo o material precisa mesmo ser levado diariamente. As crianças podem ter preguiça de refazer a mochila todo dia, mas a medida evita que carreguem peso extra. Aqui vão outras dicas para deixar a mochila mais leve:

Saiba o peso certo

A mochila não pode pesar mais de 10% do peso de seu filho: se ele pesa 30 quilos, por exemplo, o material não deve ultrapassar 3 quilos. Caso contrário, é melhor usar mochila de rodinhas.

Prefira modelos com poucos bolsos

Quanto mais bolsos, maior a tentação da criança em enchê-los com coisas que não usará. Vistorie o material todo dia para descartar o que for desnecessário.

Busque opções

Faça os pequenos levarem o lanche na lancheira, não na mochila. Já os adolescentes podem trocar vários cadernos por um fichário e só levar para a aula as páginas que usarão naquele dia.

Fonte: ANAMARIA

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